28 de dezembro de 2007


"Algumas pessoas são a favor das baleias.
Outras das árvores.
Nós somos a favor dos cachorros
."
Comercial da Pedigree.


Mesmo sendo no calendário chinês Ano do Rato, espero que 2008 consagre os cães. Que o Nobel da paz vá para um criador de cães. Que o Oscar de melhor filme vá para um filme de cães. Que seja criado um Feriado Internacional para os cães.

Cachorro faz bem à humanidade. Já foi comprovado que a convivência com esses animaizinhos diminui índices de depressão e ajuda no tratamento de inúmeras doenças.
Eles invadem nossos lares com seus fucinhos gelados e é quase impossível imaginar, à partir daí, uma vida sem eles.
Acredito, inclusive, que uma das soluções para o aquecimento global estaria nos cães. Eles deixam as pessoas mais sensíveis, mais vulneráveis aos apelos de uma vida de verdade.

Pra falar a verdade, vida sem cachorro não é vida.

E uma das minhas metas pro ano que vem surgindo está relacionada ao meu cachorro. Em 2008 vou dar mais atenção ao meu amigão. \o/

FELIZ 2008
Para todos! Inclusive para seus cães!

27 de agosto de 2007

[Untitled]

Como na música do Herbert Viana, "eu hoje joguei tanta coisa fora..."

Em um período relativamente curto [engraçado! Essa expressão nunca me diz nada!] consegui retirar do meu quarto um quantidade de lixo relativamente grande.
Depois de mais de ano guardado alguns livros antiiiiigos dentro do meu roupeiro fui perceber que as traças poderiam atacar também as minhas roupas. Aí sim, seria o fim!
Tá. É um pouco de exagero, eu sei. Mas eu precisei evitar...
Tirei todas aquelas coleções com mais de vinte anos de idade [que pouco servem para alguma coisa] e que foram parar exatamente no meu quarto por falta de outro espaço apropriado. Na verdade o destino seria o lixo se dependesse dos meus pais, mas fiquei com pena das sofridas capas, da sabedoria escondida de cada página que jamais será desvendada graças à Internet [!] e dei lhês um abrigo.
Freneticamente, fui tirando exemplar por exemplar e acabei me deparando com uma montanha espalhada por todo o meu quarto. Não havia espaço para me movimentar e, mesmo nesse estado de calamidade, resolvi revirar cada gaveta, cada caderno, cada lugar que pudesse ser abrigo de velhas lembranças.
Comecei pela gaveta dos cd's... Momento nostálgico: encontrei duas fotos de quando criança!!
Lá pelas tantas procurei os cadernos que jogaria fora. Mas não antes de ler cada um deles! Começando pelas páginas finais, é claro, onde eu fazia as anotações mais inusitadas! Pensamentos de autores anônimos, rascunhos de cartas de amor [me expliquem como alguém consegue escrever tais absurdos?!], bilhetes de sala de aula, listas de desejos, listas de convidados para festas, listas e mais listas...
Enfim, tanta coisa que foi fora que tenho a impressão de que eu perdi uns cinco quilos [além de ganhar espaço no meu quarto para guardar novas quinquilharias - que daqui há alguns anos jogarei fora].
Mas o melhor de tudo é que eu pude me lembrar de um Gustavo perdido, meio esquecido, que estava se preparando para ir embora de vez. Não que eu queira ser como eu era há cinco anos atrás, nao! As mudanças fazem parte e são importantes. O que eu nao quero é perder a raiz, a essência.

O fato é que mandei embora tudo que já nao me era mais útil. Tudo!
Tá bom. Estou exagerando de novo. Certas coisas permaneceram...
É preciso ter sempre uma lembrança à vista.
Ficou meu primeiro celular. Ficou uma carta que escrevi ao vô Hermes. Ficaram as fotos. E é claro, os velhos livros.
(Mas bem longe de qualquer roupa!)

19 de julho de 2007





Espelho da vó.


=D

6 de julho de 2007


A tua verdade é apenas um ponto de vista.

17 de junho de 2007


Às vezes fico com medo de mim mesmo. Com medo de perder o controle. De fazer tudo errado.
Às vezes tenho até a impressão de possuir dupla personalidade. E isso me dá mais medo ainda...
Como se, de dentro de mim, saísse lá de vez enquando, um outro Eu, ainda mais assustador.
E se essas duas pessoas existirem? E se entrarem em choque?
Imagine uma guerra interna... [Qual dos dois sou eu realmente??]
E, se do nada, eu agir de modo diferente. Deixar de ser eu.
Eu sei que eu não sou a mesma pessoa que começou esse texto. Já mudei. Sou o momento.
Mas e se a mudança for mais intensa... Mais grave.
E se eu simplesmente MUDAR.
Esquecer de tudo o que eu já fiz.
Deixar de ser assim, tão eficiente, fofo, querido, legau [e convencido].
E passar a ser 100% estúpido,chato, babaca...?
Eu não seria mais o Guto.
Ou seria?
Acho que não.
Afinal,
"não sou nem um nem sou outro.
Sou qualquer coisa de intermédio".
Sou os dois monstros ao mesmo tempo.
E um complementa o outro. [Até agora não houveram grandes brigas...]
Não. Isso não tem nada a ver com esfinge. Chega de esfinges! Chega de ser mal interpretado...
"É só mistério. Não tem segredo!"
Eu sou o momento.
Eu sou a Antítese.

26 de abril de 2007


[quem que fez? quem que fez? YO!]

Uhuuuuuu
Nova Iguaçu!
haha'

essa festa vai bombaaaa!

13 de março de 2007


Home, sweet home!

7 de março de 2007

Realidade.

Todo dia nos defrontamos com algum probleminha corriqueiro. Um dedo prensado na porta do ônibus (dóóói!), o sorvete que escorre na blusa e mancha, a tinta da caneta que acaba durante a prova.
Quem nunca enfrentou esses problemas deve viver num mundo superior (ou muito inferior, sei lá também).
Isso, sem falar nas grandes preocupações... A possível reprovação de física. Aquele problema de saúde do seu avô. A crise da segurança no país inteiro.
Quem nunca se pegou pensando nisso?
É normal nos preocuparmos com quem gostamos e com nós mesmos.
É normal enfrentar problemas.

Mas bem que gostaríamos de viver num mundo mais calmo.
Quando eu imagino isso, logo me vêm na cabeça algumas idéias, talvez muito radicais, talvez meio toscas, mas com um certo sentido.
Imagine um mundo em que você nao precisa se preocupar com absolutamente nada. Tudo está sempre resolvido. Ninguém passa fome. Nenhum animal está ameaçado de extinção. Não existem drogas, traficantes, ladrões, bandidos, pessoas falsas, feias e chatas.
Tudo é lindo. Tudo é perfeito.
E o principal, tudo que você deseja acontece.

Seria perfeito? Acho que não.
Seria um tédio!
E os nossos ideais? Lutaríamos por o quê?
Defenderíamos que tipo de causa?

O progresso provém das lutas. Sem luta, viveríamos numa sociedade instável. Não cresceríamos. [Existe patamar acima da perfeição?] E viveríamos frustrados.
E numa sociedade perfeita dessas, não conseguiríamos sonhar com algo melhor. Viveríamos sem expectativas. Pois é o medo da instabilidade que nos faz fortes, experientes...
É a busca pela realização dos nossos sonhos que nos faz ser humano.

Deus deve ter inventado o diabo para isso. Para nos testar. Para nos fazer crescer. Para nos fazer lutar.
E enquanto exister mal, exitirá sonho; e enquanto existir sonho, existirá esse tipo de ser, chamado humano.
Viva a imperfeição da sociedade!
Mas por favor, não paremos de lutar. O mal está muito longe do fim.

Nova aposta do cinema promete deixar público alucinado.
Será lançado, ainda esse ano, mas sem data prevista, o novíssimo Harry Potter e a Ordem da Fênix. Diversos novos atores do ramo estão no elenco, entre eles Eduarda Avrella, interpretando a sabe-tudo Hermione Granger; Felipe Engler interpretando o medroso Ronald Wesleay; o anti-herói do longa, Draco Malfoy, terá o rosto de Heitor Henrique Gross Furini e, segundo o diretor, a tendência é que ele se transforme em um amigo dos alunos da Grifinória; a fantasminha do banheiro feminino, Murta, será vivida por Eduarda de Castro; Tatiana Paola Seibel será a desligada Luna Lovegood; e o herói da série, Harry Potter, será interpretado por Gustavo Hermes Soares.
A expectativa não poderia ser maior. Os agentes dos atores respoderam em uma entrevista coletiva que a tecnologia utilizada foi gigantesca, antes jamais vista.
Detalhe: o filme foi rodado no Rio Grande do Sul, ao contrário da febre de Hollywood, e ainda não se sabe o nome do novo diretor, que preferiu o anonimato.
Pelo jeito, vêm alguns óscares por aí.
=D
hehehehe

4 de março de 2007

Parece que foi há algumas décadas atrás. Hoje nos sentimos tão superiores ao que fomos nessa época, como se agora já tivessemos aprendido tudo o que é necessário e fossemos donos do mundo. Na verdade isso é apenas Soberba e orgulho, uma auto-proteção, afinal, não somos mais ingênuos e sabemos que os outros podem nos fazer mal. E essa idéia nos deixou mais egoístas e, hoje, se ouve mais a palavra "eu" do que "nós"... É! Não podemos mais dizer que a nossa amizade é inabalável. Ela é frágil. Mto frágil. E os elos invisíveis que nos unem estão praticamente desaparecendo. E antes que sumam de vez, eu me sinto na obrigação de dizer que o tempo pode nos ter mudado, nos afastado, mas o que eu sinto por vcs eh inalterável.

28 de fevereiro de 2007

A mááinnn.
PS:

Adorei o "Vermelho e o Negro".
Mas só até determinada parte. Depois ficou chato, deixei de lado e fui reler, mais um vez, Harry Potter.

19 de janeiro de 2007

Férias

À partir de um determinda momento das férias o cansaço já foi embora e as atividades começam a acabar.
Cansamos com o excessivo descanço.
A mente vaga sem ter nem no que pensar.
E aí então corremos atrás de outras coisas pra fazer além de assistir os programas de domingo e decorar a posição das fotos nos álbuns do orkut.
Foi num desses momentos que eu abri o armário em que guardo meus livros. Eu julgava ter lido a maioria. E comecei a procurar algum que para mim fosse ainda "virgem". Desconhecido.
Fui tirando esses livros e quando me dei conta, tinha uma pilha de uns 11 exemplares prontos para serem devorados.
Finalmente me ocuparia nos tempos vagos.
Um deles me chamava a atenção pela cor da sua capa: vermelho sangue. Parecia ser antigo.
Acho que é do meu pai.
O autor era Sthendal.
E na capa havia um risco de cor preta cortando o nome do autor em direção ao título. Não sei se foi um acidente ou se é próprio do livro. Pois de acordo com o título ("O vermelho e o negro"), as cores da capa estão bem representadas. Também havia um brasão em dourado dando um ar mais sério, real.
Comecei a minha leitura e tal foi a minha surpresa: Sthendal, um francês de do século XVIII era muito melhor e mais fácil do que a literatura colonial brasileira, com seus sermões, poemas e cronicas.
Ele fala de uma França pós Napoleão. E ainda por cima era um romance.
Os personagens são muito bem escritos e dão vigor à obra. Cada movimento parece ter sido presenciado pelo narrador.
Ainda estou nos primeiros capítulos e já estou alucinado com ele.
Pelo jeito minhas férias não serão mais monótonas.

4 de janeiro de 2007

Digno de Óscar

No fim, os americanos e o resto do mundo descobrirão que os ataques de 11 de setembro foram encomendados por George Dáblio Bush, o próprio. Tudo não passou de um plano muito bem desenvolvido que contou com a participação de diversos diretores e roteiristas de Hollywood.
Cada detalhe foi minuciosamente escolhido, para que os Estados Unidos tivesse a imagem do mocinho, do ameaçado.
A fotografia é perfeita. Os personagens bem escritos e o cenário não poderia ser mais realista. Sem falar nos atores, que devem ter sido muito bem pagos pois interpretaram brilhantemente.
Aí, no outro capítulo, Bush invade o Iraque, mata milhaaaaares (muitos deles do exército americano) e mutila criancinhas, como se fosse uma polícia mundial defendendo o planeta da ameaça iraquiana.
Depois do intervalo, Bush volta, desta vez muito bem acompanhado. Condolisa Rice domina o Iraque com uma das mãos. Com a outra ela começa a extrair o petróleo.

Infelizmente Saddam não entra no filme. E ninguém nunca saberá que na verdade ele era um bom velhinho.

1 de janeiro de 2007


O Ano novo

O ritual de passagem, as festas, os fogos e até mesmo os chatos foguetes, que só servem para fazer barulho e assustar nossos cachorros, nos fazem crer que o ano que virá será melhor, com mais paz, amor, saúde, etc etc e etc.
Isso tudo tem a duração da primeira semana de janeiro. Para alguns, dura poucos dias, e para outros, como eu, a rotina volta ao normal depois do almoço do dia primeiro.
E voltando à rotina, já não temos mais tanta certeza da realização dos nossos pedidos. Ficamos com receio do tal ano novo.
É a insegurança de que seremos realmente felizes.
E é justamente essa insegurança, essa incerteza, que me move em busca de supérfluos para despistar o possível sofrimento.

[Nada como começar o ano com um texto dramático. ]

;D

31 de dezembro de 2006

Fim de ano
31 de dezembro.
Fim de ano. Ínicio do blog.
Primeira e última postagem de 2006!

2006 não foi ruim. Pra falar a verdade 2006 foi um ano muito bom.
Estive do lado de quem eu gosto. Conheci novos e importantes amigos. Revi velhas parcerias que já fazem parte de mim. Conheci o jazz e o soul. Brinquei com o meu cachorro e tomei banho de cachoeira. Fiz muito teatro e quase enlouqueci com as provas de física.
Ao longo desse ano pude perceber a minha personalidade ir se definindo aos poucos e hoje ela já está mais nítida, mais clara. Não sei até que ponto isso é bom... Mas eu acho que é.
Fui sincero e direto.
Fui fraco. Fui forte.
Fui tudo o que quiz.

Espero poder terminar o ano... Não não! Espero poder começar o novo ano ao lado de quem eu amo, dos meus amigos, de pessoas especiais.
Começando bem o ano, o resto vai ser fichinha.


Boas Festas.
Feliz 2007.