13 de março de 2007


Home, sweet home!

7 de março de 2007

Realidade.

Todo dia nos defrontamos com algum probleminha corriqueiro. Um dedo prensado na porta do ônibus (dóóói!), o sorvete que escorre na blusa e mancha, a tinta da caneta que acaba durante a prova.
Quem nunca enfrentou esses problemas deve viver num mundo superior (ou muito inferior, sei lá também).
Isso, sem falar nas grandes preocupações... A possível reprovação de física. Aquele problema de saúde do seu avô. A crise da segurança no país inteiro.
Quem nunca se pegou pensando nisso?
É normal nos preocuparmos com quem gostamos e com nós mesmos.
É normal enfrentar problemas.

Mas bem que gostaríamos de viver num mundo mais calmo.
Quando eu imagino isso, logo me vêm na cabeça algumas idéias, talvez muito radicais, talvez meio toscas, mas com um certo sentido.
Imagine um mundo em que você nao precisa se preocupar com absolutamente nada. Tudo está sempre resolvido. Ninguém passa fome. Nenhum animal está ameaçado de extinção. Não existem drogas, traficantes, ladrões, bandidos, pessoas falsas, feias e chatas.
Tudo é lindo. Tudo é perfeito.
E o principal, tudo que você deseja acontece.

Seria perfeito? Acho que não.
Seria um tédio!
E os nossos ideais? Lutaríamos por o quê?
Defenderíamos que tipo de causa?

O progresso provém das lutas. Sem luta, viveríamos numa sociedade instável. Não cresceríamos. [Existe patamar acima da perfeição?] E viveríamos frustrados.
E numa sociedade perfeita dessas, não conseguiríamos sonhar com algo melhor. Viveríamos sem expectativas. Pois é o medo da instabilidade que nos faz fortes, experientes...
É a busca pela realização dos nossos sonhos que nos faz ser humano.

Deus deve ter inventado o diabo para isso. Para nos testar. Para nos fazer crescer. Para nos fazer lutar.
E enquanto exister mal, exitirá sonho; e enquanto existir sonho, existirá esse tipo de ser, chamado humano.
Viva a imperfeição da sociedade!
Mas por favor, não paremos de lutar. O mal está muito longe do fim.

Nova aposta do cinema promete deixar público alucinado.
Será lançado, ainda esse ano, mas sem data prevista, o novíssimo Harry Potter e a Ordem da Fênix. Diversos novos atores do ramo estão no elenco, entre eles Eduarda Avrella, interpretando a sabe-tudo Hermione Granger; Felipe Engler interpretando o medroso Ronald Wesleay; o anti-herói do longa, Draco Malfoy, terá o rosto de Heitor Henrique Gross Furini e, segundo o diretor, a tendência é que ele se transforme em um amigo dos alunos da Grifinória; a fantasminha do banheiro feminino, Murta, será vivida por Eduarda de Castro; Tatiana Paola Seibel será a desligada Luna Lovegood; e o herói da série, Harry Potter, será interpretado por Gustavo Hermes Soares.
A expectativa não poderia ser maior. Os agentes dos atores respoderam em uma entrevista coletiva que a tecnologia utilizada foi gigantesca, antes jamais vista.
Detalhe: o filme foi rodado no Rio Grande do Sul, ao contrário da febre de Hollywood, e ainda não se sabe o nome do novo diretor, que preferiu o anonimato.
Pelo jeito, vêm alguns óscares por aí.
=D
hehehehe

4 de março de 2007

Parece que foi há algumas décadas atrás. Hoje nos sentimos tão superiores ao que fomos nessa época, como se agora já tivessemos aprendido tudo o que é necessário e fossemos donos do mundo. Na verdade isso é apenas Soberba e orgulho, uma auto-proteção, afinal, não somos mais ingênuos e sabemos que os outros podem nos fazer mal. E essa idéia nos deixou mais egoístas e, hoje, se ouve mais a palavra "eu" do que "nós"... É! Não podemos mais dizer que a nossa amizade é inabalável. Ela é frágil. Mto frágil. E os elos invisíveis que nos unem estão praticamente desaparecendo. E antes que sumam de vez, eu me sinto na obrigação de dizer que o tempo pode nos ter mudado, nos afastado, mas o que eu sinto por vcs eh inalterável.